terça-feira, 6 de outubro de 2009

DAMON SALVATOR COMENTA TWILIGHT

Até Damon Salvator (Ian Somerhalder) concorda com o meu post de 13 de setembro!

No quarto episodio de The Vampire Diaries, "Family Ties" Damon comenta o livro de cabeceira de sua namorada/vítima Caroline (Candice Accola). Apesar dele não falar o nome do livro, fica bem claro.

O diálogo é muito muito bom, então coloquei na íntegra abaixo:
Damon: What’s so special about this Bella girl? Edward is so whipped
Caroline: You gotta read the first book first. Won’t make sense if you don’t.
Damon: Ah, I miss Anne Rice, she was so on it.
Caroline: How come you don’t sparkle?
Damon: Because I live in the real world, where vampires burn in the sun.
Caroline: Yeah, but you go in the sun.
Damon: I have a ring. It protects me. Long story.
Caroline: Are this bites gonna turn me into a vampire?
Damon: It’s more complicated than that. You have to feed on my blood, then die, then feed on a human. It’s a whole ordeal.
Damon: This book, by the way, has it all wrong.

Vampiros que brilham?
É, eu super concordo com o Damon.


LOST BOY ENCONTRA LONELY BOY

Antes de começar a comentar o eps da semana passada de Gossip Girl, queria fazer só um comentário: lost boy, o apelido do Scott, meio irmão do Dan (o lonely boy) foi muito bom!!

E agora, para o capitulo:

“The Lost Boy”, terceiro episodio da terceira temporada de Gossip Girl parece quase uma continuação do segundo eps. E isso não é uma coisa ruim. A Blair e Georgina continuam em guerra, Serena continua como a bad-Serena e o Scott continua creepy.

Em uma das primeiras cenas do capitulo, quando a Blair ignora o código “meia na maçaneta” e interrompe Dan e Georgina, lembrei de um episodio de “The Big Bang Theory”. Assim como para a Blair, o conceito de meia na porta também é inexistente para o Sheldon (Jim Parsons). Ótimo, porque gerou um dos momentos mais engraçados.

E o Dan pode mudar de vida e virar popular, mas continua o “underdog”. Depois de ser interrompido pela Blair, ele é surpreendido – e interrogado – por Serena e Vanessa. A primeira, alias, foi a única a trazer a tona o drama Georgina-finge-ser-Sarah da primeira temporada.

Falando na Serena, quando ela não passa o episodio inteiro sentindo pena dela mesma, até que ela é um personagem bem interessante! Adorando a nova bad-Serena.



Descobrimos (junto da Vanessa) que o Scott não é aluno da NYU, estava usando um nome falso e só está em Nova York para achar sua família. E, durante esse tempo, tem tido aulas de música com papi-Rufus.

Por mais creepy que o Scott seja (mesmo depois de confessar a verdade para a Vanessa) achei bem fofo o reencontro dos três irmãos!! E prova de que ele é mesmo irmão da Serena e Dan? Ele não conseguiu manter um segredo, mas o revelou com uma mentira.

Dramas de Scott a parte, o tema do episodio foi mesmo casais tão errados que são certos. Dan + Georgina, Blair + Chuck e Serena + Carter. Georgina arma para Blair e Chuck que tentam separar Carter de Serena, que não dá certo, até que Serena consegue separar Dan de Georgina, que vai atrás de Scott em Boston. Será que o Scott irá conhecer a "Sarah".



Achei a super revelação do segredo um pouco anti-climático. Mas, acho que a Georgina vai mudar isso, não?

Agora, uma coisa que sempre acontece com series que trazem o high school: os personagens se dispersam um pouco. É o que está acontecendo com o Nate, com seu sub-plot com a Bree bem longe da história. E a Jenny, que passou de um no-show na semana passada para um blink-and-miss-me essa semana.

O que vem aí?? Hollywood desce para GG com Tyra Banks e Hilary Duyff!
XOXO

terça-feira, 29 de setembro de 2009

AGORA SIM

Intrigas, esquemas, armações e humilhações públicas. “The Freshmen”, segundo eps da terceira temporada de Gossip Girl trouxe de volta a série que tanto amamos.

Abaixo, comentários sobre os melhores momentos:

1 Melhor diálogo:
Blair: “So you’re not in love with Jesus anymore?”
Georgina: “I still hold him in my heart, but Jesus and I have redefined our relationship.”
Blair: “You mean he dumped you because he found out you were Satan?”
Falando na Georgina, eu vi e a Nylon viu: ela até pode fazer cara de boazinha e passar por santa para Dan e Vanessa, mas a escolha de leitura da Ms. Sparks? “The Prince” de Machiavelli (manipulação, armações e intrigas ao mostrar como o atual príncipe consegue se manter no poder, ou como o novo príncipe pode subir).


2- Sou só eu ou o Chuck Bass está cada vez mais se transformando em Bruce Wayne? O comentário “Bass Cave” não foi perdido em mim! E a cara dele quando Serena chega em sua casa com todas as malas? Perfeito!!!

Falando no Chuck, foi ele que trouxe o assunto crise pela primeira vez para Gossip Girl. Todos os personagens agem como se a crise econômica mundial não existisse, não importa a área em que trabalhem.

Mas Chuck, descrevendo para Serena a boate que pretende abrir fala que a sala no cofre/sala dos fundos traz uma homenagem aos bordeis da ultima vez em que o mercado quebrou.



3- Cuteness factor? Nate guardou o pedaço da passagem da viagem que fez com a namorada? Deu pra ouvir o “Awwwwwwwwwwwwwww”, não?

4- Creepy factor? De verdade, o que o Scott pretende, além de ser super creepy?

5- E quantas vezes a Serena pode dizer “I’m soooooo sorry” em um só episódio sem ficar chato?

6- Frase mais legal do eps: “No headbang in college”, do Dan para Blair, quanto ele a ajuda a entrar de penetra na festa da Georgina.


Trilha sonora da festa? Good Girls Gone Bad, do Cobra Starship com participação de … Leighton Meester!

Agora, um comentário pessoal: a vida em Downtown Manhattan é tão diferente assim? As pessoas de lá preferem ver um vídeo altamente boring (eu presumo) da aluna que foi educada em casa do que comer sushi? Que lugar é esse em que as pessoas não conhecem sushi.

Desculpa, mas no mundo real, as alunas da NYU iam MORRER pelas gift bags da Blair! Dan e Vanessa os populares? As pessoas são tão alternativas assim lá? É a NYU ou a PUC?



E, falando na Blair, cena nostálgica dela e Serena na escadaria do MET foi muito fofa. E lindo a sandália pink Elizabeth and James da Blair nessa cena.



7- Nada de Jenny neste eps. Com todos na faculdade e ela na escola, pelo jeito o enredo dela vai ficar um pouco descolado este ano.

8- Pra terminar, Dan e Georgina ficando???
Ele não aprendeu nada na primeira temporada?

Ainda bem que essa semana tem mais!!!!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

UM BOM MOTIVO PRA VER O NOVO MELROSE


Desde o lançamento da nova versão de 90210 (que não é tãããããão ruim quando falam), a nova verão de Melrose Place é ansiosamente aguardada.


Pois ela acaba de estrear nos Estados Unidos, no canal CW, e tem previsão para novembro por aqui, na Sony. Com uma recepção bem morna do público, a serie também não é assim tão ruim. Já teve a confirmação de mais uma porção de episódios para essa temporada e a presença garantida de uma das personagens mais memoráveis da versão dos anos 90 – Heather Locklear, interpretando a melhor megera da TV, Amanda Woodward.


Mas não estou aqui pra falar sobre a trama de Melrose, mas sobre uma novidade que vem com ela.

Com pelo menos três novatos LINDOS, é Michael Rady que chama a atenção. Aos 28 anos, Michael foi o primeiro nome confirmado ao elenco da serie. Com participações em series como ER, Grey's Anatomy, The Closer e CSI: NY, é pouco conhecido do público. Interpretou o namorado grego da personagem de Alexis Bledel nos dois filmes "Quatro Amigas e Um Jeans Viajante". Também foi o namorado de Casey Cartwright (Spencer Grammer) na segunda temporada de Greek.






Até que mudou-se para o número 4616 da Melrose Ave. Aqui, Michael e Jonah, o mocinho bonzinho da historia. Aspirante diretor de cinema, mora com a namorada, a professora primaria Riley (Jessica Lucas), mas é alvo da sua vizinha, a bissexual assessora de celebridades Ella (Katie Cassidy, altamente mais interessante que a Riley).


Como tradição de bons-moços em series de TV, Michael diz se entrosar muito bem com sua companheira de cena, tanto em cena quanto off-camera...

ESCLARECENDO THE TUDORS

Nesse espírito, vou explicar também o que é verdade e o que é ficção em The Tudors. Porém, como é uma série com diversos capítulos, vou me restringir aos grandes acontecimentos.
A própria produção da serie admite que foram tomadas algumas liberdades em relação a nomes, relacionamentos, aparências dos personagens e datas. Michael Hirst, criador do programa, explica que está escrevendo uma obra de entretenimento, uma novela, e não um documentário.
Dessa forma, foram feitas algumas mudanças para ajudar a narrativa e evitar confusões. E, caso essas mudanças causem possam desinformar o público, o beneficio que traz é maior, ao despertar interesse nos personagens e período (eu sei que estou estudando muito mais história desde que a serie foi criada!)

Abaixo, algumas das mudanças mais drásticas:
IRMÃS DE HENRY VII: o rei Henry tinha duas irmãs, princesa Margareth Tudor e princesa Mary Tudor. Margareth, a mais velha, foi casada com James IV, rei da Escócia. Mary Tudor, a mais nova, foi casada com Louis XII, rei da França, por três meses, até sua morte. Louis foi sucedido por seu primo Francis I . Mary então, casou-se com o amigo de seu irmão, Charles Brandon.

O casamento foi muito mal visto pelo rei. O casal concordou a pagar uma multa ao rei (algo como £ 24.000) além do dote que Mary recebeu do rei Louis (algo em torno de £ 20.000).
Na serie, a atriz Gabrielle Anwar interpreta Margareth Tudor, uma combinação das duas irmãs (a produção achou que a irmã Mary Tudor seria confundida com a filha Mary Tudor). Ela nunca foi casada com o rei de Portugal e nunca assassinou seu marido.

Porém, assim como na série, o rei usou do casamento das irmãs para firmar suas próprias alianças políticas.

CHARLES BRANDON: O duque de Suffolk (interpretado na serie por Henry Cavill) link: é visto como um mulherengo na serie. Porém, seus inúmeros casamentos e filhos foram omitidos da história.

Brandon teve quatro esposas.O primeiro casamento, com Margaret Mortimerfoi anulado em poucos meses. A segunda esposa foi Anne Browne, com quem teve duas filhas (Anne e Mary).
Após a morte de Anne Browne, casa-se com a terceira esposa, Mary Tudor, com quem tem três filhos (Henry, Frances e Eleanor).

A última esposa foi Catherine Willoughby, que tinha 15 anos na época (na série ela tem 17). Com ela, teve mais dois meninos, Henry (outro) e Charles.

Em The Tudors, Charles Brandon foi casado apenas duas vezes tem apenas um filho.

ESCLARECENDO "A OUTRA"

Dia desses o Telecine apresentou o filme "A Outra", baseado no livro de Philippa Gregory, "The Other Boleyn Girl", que narra a disputa das irmãs Anne e Mary Boleyn pelo rei Henry VIII da Inglaterra.

Já que o filme (e o livro, nesse espírito) mostra uma realidade bem diferente da que aprendemos nas aulas de historia (e da que estamos acompanhando em The Tudors), resolvi fazer um post para explicar o que é historicamente certo (quase nada) e o que é historicamente errado (quase tudo) no filme.

Ele parece feito especialmente para as atrizes Natalie Portman e Scartlett Johansson, que interpretam Anne e Mary respectivamente, se promoverem. Todas as discrepâncias que ocorrem depois disso só servem para elas se acharem mais um pouco.

Pra começar, a personalidade das irmãs. Já que Mary não foi rainha da Inglaterra, não se sabe muito sobre ela. No filme, ela é mostrada como boazinha, inocente e inexperiente. Já a Anne aparece quando manipulativa, ambiciosa e cruel. Outros historiadores mostram que a Mary não era essa florzinha e que a Anne era inteligente, interessada em arte e política, leal a família e amigos e incrivelmente generosa.

A Mary de verdade passou um tempo na França, como dama de companhia da rainha Mary Tudor (mais sobre ela abaixo), esposa do rei Louis XII. Após a morte do rei, seu primo Francis I assumiu. Mary se manteve na corte francesa, como amante de alguns dos nobres e do próprio rei, que lhe deu o "apelido" great prostitute. Mary se casa então com sir William Carey, com quem tem dois filhos (Catherine e Henry). Nenhum desses acontecimentos é mostrado no filme.
Nesta época, Mary já estava na corte inglesa e era uma das amantes do rei. Existiam rumores sobre a paternidade de seu segundo filho – alguns diziam realmente que ele era filho de Henry VIII. Mas, sem provas. E, já que Henry assumiu outros de seus filhos bastardos (por exemplo, Henry Fitzroy, com Bessie Blount) não haveria razão para que não assumisse também este filho. A gravidez de alto-risco de Mary e seu confinamento à cama são outras invenções fictícias do filme.

Anne Boleyn de verdade foi noiva de Henry Percy e teve seu noivado anulado pelo Cardeal Wolsey a pedido do rei (que, possivelmente, já tinha alguns interesses na Anne). Contrario do que é mostrado no filme, Anne e Percy nunca se casou em segredo. E, logo após o termino do seu noivado, ela foi sim estudar na corte francesa, onde seu pai atuava como embaixador da Inglaterra. Ela nunca foi exilada ao país.

Quando voltou à corte inglesa, era muito querida por todos e frequentava um circulo social diferente da irmã. E ela e a imã frequentavam diferentes "grupos". Nunca houve, de fato, uma disputa pelo rei. Quando este passa a perseguir Anne, seu caso com Mary já havia terminado há tempos.

O casamento do rei com a Anne é mostrado no filme como uma briga de poderes. Na verdade, os dois foram muito apaixonados e desfrutaram de uma convivência pacifica e feliz por muitos anos. A cena de estupro do filme é mais uma das discrepâncias horríveis com a realidade dos fatos.
Inclusive, as inúmeras cartas que Henry escrevia a Anne foram usadas como prova de que seu relacionamento não foi consumado antes do casamento. Uma dessas cartas é usada no filme, mas como se Henry a tivesse escrito para Mary.

Por algum tempo, Mary continuou acompanhar a irmã na corte. Com a morte de seu marido, foi Anne que garantiu uma pensão a irmã e educação para o sobrinho. Porém, Mary casou-se em segredo com o soldado William Stafford. O casamento foi condenado por toda a família Boleyn, pela falta de nobreza de Stafford e Mary foi desonrada da família e banida da corte. pedir ajuda financeira. Anne deu dinheiro à irmã, mas não a recebeu de volta na corte.

Não houve contato depois disso. Mary nunca visitou os irmãos na prisão (e certamente nunca tentou intervir com o rei a seu favor). Assim como seu tio, (Duke of Norfolk) resolveu se afastar da família após caírem em desgraça.

No filme, a briga de poder entre Thomas Cromwell não são mencionadas. Quem assiste ao filme acha que Anne Boleyn era uma menina chata e mimada que merecia morrer e só colheu o que plantou. Na realidade, diversos fatos contribuíram para sua execução. Após a morte de Catherine of Aragon e o aborto que sofreu, seu casamento ficou em perigo. Seja a pedido do rei ou não, Cromwell começou então a criar um caso de traição, torturando e mentindo, para condena-la injustamente.

Incluímos aqui a acusação de incesto com seu irmão George. Nunca iremos saber o que realmente aconteceu, mas, vamos contar isso como mais uma das inverdades do filme.
Adoro o ator Jim Sturgess, mas sua interpretação de George Boleyn foge muito da realidade. Gerorge, ao contrário do que mostrado no filme, foi muito digno em seu julgamento e execução.
Até sua morte, Mary viveu confortavelmente no interior com seu segundo marido, com quem teve mais dois filhos. Ela nunca adotou ou criou a sobrinha Elizabeth.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

QUANDO A INTERNET É UM PORRE

Ok, essa frase é um oxymoron por si só, afinal, ela só existe na internet. Mas quero levantar aqui a questão de até quanto muita informação (ou toda informação) é demais.

Assistir terça, 15 de setembro, “Reversals of Fortune”, o episódio de estreia da terceira temporada de Gossip Girl. Um dia depois de ter passado os EUA, alguns meses (no mínimo) antes de ter passado no Brasil. Assisti, convenhamos, graças à internet.

E, a verdade é que eu esperava mais. Literalmente. Não só porque foi um episodio meio fraco, mas porque eu já sei muito mais.

Com todos os clipes, fotos, comentários, entrevistas e discussões rolando soltos, qualquer pessoa que queira já pode saber relativamente o que irá acontecer até o sétimo episódio.

Estava esperando tanto a Ferrari do Nate (Chace Crawford), o meio-irmão de Dan (Penn Badgley) e Serena (Blake Lively), o cabelo com aplique da Little J (Taylor Momsen), o guarda-roupa novo preparado por Eric Daman, Georgina Sparks (Michelle Trachtenberg), a faculdade, Hilary Duff, o beijo gay do Chuck (Ed Westwick), que por um momento esqueci de parar e aproveitar o capítulo que estava passando.

E o eps teve momentos ótimos. Todos de Blair (Leighton Meester) e Chuck, juntos ou separados (especialmente juntos) O enredo novo deles foi um pouco previsível, mas super esperado, especialmente por quem passou a segunda temporada inteira esperando ve-los juntos.

E a Serena? Seu novo tema “daddy doesn’t love me” pode parecer clichê, mas ela está finalmente alcançando seu potencial de “poor little rich girl”. E, depois de duas temporadas falando sobre a bad Serena, finalmente podemos conhece-la!

Boa também a explicação para a saída temporária da Lilly (a atriz Kelly Rutherford está em licença maternidade). Cuidar da mãe doente, aproveitando um plot já estabelecido ficou ótimo.

Algumas considerações finais:

Dan não estava tão detestável. E agora ele tem uma limosine.
Vanessa (Jessica Szohr) estava bem self-righteous. Como sempre.

Meio-irmão super sinistro. Só espero que a trama não caia no erro de 90210 em termos de meio-irmãos. Pelo menos as cenas dele com o Rufus (Matthew Settle) até que foram fofas.

Nate, super gato. Com ou sem Ferrari!

Idem para Carter Baizen (Sebastian Stan) , com ou sem camisa.
Dan e Blair armando juntos, sempre engraçado.

Cristiano Ronaldo? Seriously Serena? Quem é você, a Paris Hilton?
Ivanka Trump? Seriously Chuck?
E quem os Buckley devem ser? Os Bush?
Ótima participação de Alexandra Richards como ela mesma.

Pra finalizar, diálogo perfeito entre Nate e Chuck. Nate menciona seu relacionamento com a Blair e o Chuck pede para “abandonarem a rotina Jules et Jim”.

O que faltou?
A Dorota (Zuzana Szadkowski). Bem que a governanta da casa Waldorf poderia ter aparecido! Mas, na próxima semana, ela está de volta! Mais faculdade e Georgina!

Até lá, com menos expectativas....

XOXO